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5 sinais de que a TI da sua empresa não está tão segura quanto parece

Descubra sinais sutis que indicam falhas na segurança da informação nas empresas e veja como corrigi-los antes que causem prejuízos.

19 de nov. de 2025 4 min de leitura · Equipe Pellissari

A falsa sensação de segurança

A segurança da informação nas empresas raramente é tão sólida quanto parece. Em muitos ambientes corporativos, a rotina digital cria uma falsa sensação de proteção: antivírus ativo, firewall configurado, senhas trocadas de tempos em tempos. Ainda assim, basta um pequeno descuido para que uma vulnerabilidade se transforme em incidente sério. Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para fortalecer a defesa digital.

Conceito de segurança digital e cadeado


1. Senhas compartilhadas ainda são rotina

Um dos sinais mais comuns de fragilidade está no hábito de compartilhar senhas entre colaboradores. É prático, rápido e perigoso.

Quando várias pessoas usam as mesmas credenciais, perde-se completamente o controle sobre quem acessou o quê. Em caso de incidente, rastrear a origem se torna quase impossível.

O ideal é adotar cofres de senhas corporativos (como Bitwarden, 1Password Business ou Zoho Vault) e habilitar autenticação multifator (MFA). Essas práticas reduzem significativamente o risco de invasões e mantêm a rastreabilidade dos acessos.


2. Falta de logs e registros de acesso

Muitos incidentes passam despercebidos simplesmente porque não há registros do que aconteceu. Logs são arquivos automáticos que mostram tudo o que ocorreu dentro dos sistemas: quem acessou, quando, de onde e o que foi feito.

Sem logs, é impossível saber se um colaborador acessou dados fora do horário, se alguém alterou um arquivo sensível ou se uma conta foi usada por outra pessoa. É como investigar um roubo sem câmeras de segurança.

Na rotina de uma empresa, os logs aparecem em várias situações:

  • O servidor registra logins e logouts de usuários
  • O e-mail corporativo mostra tentativas de login de outros países
  • O sistema de ponto grava mudanças manuais de horário
  • A nuvem registra quem baixou ou excluiu arquivos importantes

Mesmo pequenas empresas podem ativar logs básicos em ferramentas como Google Workspace, Microsoft 365, servidores locais ou painéis de hospedagem. O importante é garantir que estejam ativos, revisados periodicamente e disponíveis por tempo suficiente para análise.

Servidor e logs em datacenter


3. Wi-Fi corporativo sem segmentação

Outro erro comum é manter uma única rede Wi-Fi para todos os dispositivos: funcionários, visitantes e equipamentos. Essa prática amplia o risco de invasão lateral: basta um notebook infectado na rede para comprometer toda a estrutura.

A boa prática é segmentar as redes: uma exclusiva para o time interno, outra para convidados e uma terceira para dispositivos IoT (impressoras, câmeras, etc.). Além disso, roteadores precisam de firmware atualizado, senha administrativa forte e protocolo WPA3 ativado.


4. Backups que nunca foram testados

Ter backup é uma coisa. Ter backup funcional é outra. Muitas empresas descobrem que seus backups não funcionam justamente no momento da crise. Arquivos corrompidos, versões antigas ou falhas de sincronização são problemas frequentes.

Checklist simples para validar seus backups:

  • O backup é automático e diário?
  • Está armazenado fora do ambiente principal (offline ou em nuvem secundária)?
  • Já foi testado para restauração completa nos últimos 90 dias?
  • cópias criptografadas?

Seguir a regra 3-2-1 é o padrão mais seguro: 3 cópias, em 2 tipos de mídia, com 1 delas fora do ambiente principal.

Discos de backup e armazenamento


5. Falta de um plano de resposta a incidentes

Mesmo com boas práticas, incidentes acontecem. A diferença entre um contratempo e uma crise está na existência de um plano de resposta. Sem ele, cada segundo perdido aumenta o impacto financeiro e operacional.

Um plano simples pode ser criado em um único dia:

  • Liste os sistemas críticos
  • Defina quem deve ser acionado em cada tipo de falha
  • Documente onde estão as senhas de emergência e contatos-chave
  • Especifique como isolar máquinas comprometidas
  • Guarde uma cópia física e digital do plano, em locais distintos

Ter um documento claro, mesmo básico, permite que qualquer colaborador saiba o que fazer em caso de ataque e reduz o tempo de reação.


Checklist rápido: sua empresa está protegida?

Antes de fechar, faça o auto-diagnóstico:

  • As senhas são únicas e guardadas com segurança?
  • logs e auditorias ativas?
  • O Wi-Fi é segmentado?
  • Os backups são testados regularmente?
  • Existe um plano de resposta documentado?

Se a resposta for “não” para algum desses pontos, sua empresa não está tão protegida quanto parece.

Equipe revisando estratégia de segurança


Como a Pellissari pode ajudar

A segurança digital não depende apenas de ferramentas caras ou equipes especializadas. Ela começa na cultura e nos hábitos. Contar com uma parceira especializada é a maneira mais eficaz de manter a segurança da informação na sua empresa. A Pellissari apoia esse processo, do diagnóstico ao plano de resposta, mantendo sua operação forte, confiável e preparada para o inesperado.

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