DevOps não é coisa de startup
Deployments manuais, ambientes dessincronizados e versões que levam semanas para chegar ao usuário, esses problemas têm solução, e ela se chama DevOps. E não, não é privilégio de big techs ou startups de vale do silício.

O primeiro passo: controle de versão
Git é o fundamento de tudo. Com ele você tem histórico completo, colaboração sem conflitos e a base sobre a qual qualquer pipeline automatizado vai rodar. Sem versionamento, nenhuma das próximas etapas faz sentido.
CI/CD: a entrega que deixa de ser manual
A ideia central é simples: cada mudança no código deve ser validada e entregue automaticamente, sem depender de heroísmo individual.
- Cada mudança dispara testes automáticos (CI)
- Após validado, o código chega ao ambiente com um clique (CD)
- Elimina o clássico “funcionava na minha máquina”
Ferramentas comuns: GitHub Actions, GitLab CI/CD, Azure Pipelines.

Infraestrutura como Código (IaC)
Em vez de provisionar servidores no clique-clique, você descreve a infra em arquivos versionados. Três peças costumam compor a base:
- Terraform: provisiona recursos em cloud
- Ansible: configura servidores de forma idempotente
- Docker: empacota aplicações com suas dependências
Plano realista em 3 fases
DevOps não se adota de uma vez. O caminho que funciona em empresa não-tech é incremental:
- Fase 1 (1-2 meses): Git + pipeline básico de CI
- Fase 2 (3-4 meses): Docker + CD para homologação
- Fase 3 (6+ meses): IaC + monitoramento unificado + CD para produção

Como a Pellissari pode ajudar
A Pellissari acompanha empresas não-tech nessa jornada, do primeiro repositório no Git ao pipeline completo de produção. O foco é entregar previsibilidade, não complicação: cada fase é desenhada para o seu time, no ritmo do seu negócio.
